Dream on girl, dream on girl
I want to see you sleep tonight
You're up and down
You hit the ground
And time is drifting through your fears
I can't find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don't know, you are on your own
I'll choose the best place for your sleep
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak, are here in my ear
So I can hear you falling down
Take a breath to see me
I can wait for you to
Live a live with no hopes but
If you still believe
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
sexta-feira, abril 24, 2009
segunda-feira, abril 20, 2009
Ser a excepção à regra
Na vida, no amor, na amizade, no trabalho ou em qualquer outra circunstância inerente a ela, temos duas opções: ou somos a regra ou tornamo-nos a excepção. Aqui a escolha não suscita dúvidas... temos de marcar os outros e o mundo através de uma diferença positiva.
A qualidade deste vídeo está péssima mas não encontrei outro melhor. Preferir mesmo, era a parte final deste filme, que transmite exactamente aquela mensagem que eu precisava de ouvir...embora já há muito a soubesse por mim própria...
A qualidade deste vídeo está péssima mas não encontrei outro melhor. Preferir mesmo, era a parte final deste filme, que transmite exactamente aquela mensagem que eu precisava de ouvir...embora já há muito a soubesse por mim própria...
sexta-feira, abril 17, 2009
Por mais que me esconde...
...procuro por ti em toda a parte!..
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"
De que tamanho é a tua afinal...?
"Ouvi dizer
Que o nosso amor acabou
Pois eu não tive a noção do seu fim
Pelo que eu já tentei
Eu não vou vê-lo em mim
Se eu não tive a noção de ver nascer o homem
E ao que eu vejo
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar
E agora não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Ouvi dizer
Que o mundo acaba amanhã
E eu tinha tantos planos p'ra depois
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós
Sem tirar das palavras seu cruel sentido
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão
Um dia vais ser tu
E um homem como tu
Como eu não fui
Um dia vou-te ouvir dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Sei que um dia vais dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
A cidade esta deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros,
Nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga,ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doenca
Quando nele julgamos ver a nossa cura"
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"
De que tamanho é a tua afinal...?
"Ouvi dizer
Que o nosso amor acabou
Pois eu não tive a noção do seu fim
Pelo que eu já tentei
Eu não vou vê-lo em mim
Se eu não tive a noção de ver nascer o homem
E ao que eu vejo
Tudo foi para ti
Uma estúpida canção que só eu ouvi
E eu fiquei com tanto para dar
E agora não vais achar nada bem
Que eu pague a conta em raiva
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Ouvi dizer
Que o mundo acaba amanhã
E eu tinha tantos planos p'ra depois
Fui eu quem virou as páginas
Na pressa de chegar até nós
Sem tirar das palavras seu cruel sentido
Sobre a razão estar cega
Resta-me apenas uma razão
Um dia vais ser tu
E um homem como tu
Como eu não fui
Um dia vou-te ouvir dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
Sei que um dia vais dizer
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
E pudesse eu pagar de outra forma
A cidade esta deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros,
Nas pontes, nas ruas...
Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura
Ora amarga,ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doenca
Quando nele julgamos ver a nossa cura"
quinta-feira, abril 16, 2009
A Hormona do Amor

A oxitocina é uma hormona produzida pelo hipotálamo e armazenada na hipófise posterior (neuro-hipófise).
Conhecida como a hormona do amor, dizem que gera a sensação de apego próprio de quem ama e que a sua presença constante pode levar o amor a durar para sempre...
MAIS CURIOSIDADES:
Conhecida como a hormona do amor, dizem que gera a sensação de apego próprio de quem ama e que a sua presença constante pode levar o amor a durar para sempre...
MAIS CURIOSIDADES:
Larry Young, neurocientista, afirmou, na revista Nature, que seria possível fabricar uma poção do amor. Depois de analisar a química das ligações entre mamíferos, Young prevê para breve uma poção farmacêutica do amor.
Experiências num certo tipo de roedores na Emory University - uma minoria de mamíferos (menos de 5%) tendencialmente monogâmicos como os humanos - desvendaram o papel da oxitocina quando o cérebro de uma fêmea é artificialmente injectado por esta hormona, que produz as mesmas sensações positivas que a nicotina e cocaína. Esta fica atraída pelo macho mais próximo, ligando-se a ele. A oxitocina é dada também a mulheres depois do parto, para estimular a fluidez da produção de leite.
Outra hormona, a vasopressina, cria a necessidade de uma ligação e construção do ninho quando injectada aos machos (uma hormona activada de forma natural pelo sexo). Os animais em teste com uma vasopressina deficitária a nível genético tinham menos probabilidade de encontrar um parceiro, e pesquisadores suecos revelam que os homens com uma tendência genética idêntica também casam mais raramente.
Young afirma que o amor humano é provocado por uma "cadeia bioquímica de acontecimentos" que evoluiu a partir de circuitos cerebrais mais antigos oriundos da ligação mãe-filho, estimulada pela libertação de oxitocina durante o parto e a amamentação.
"Uma parte da nossa sexualidade evoluiu para estimular o mesmo sistema de oxitocina que cria as ligações homem-mulher", diz Young, notando que são as mesmas partes anatómicas do parto e da amamentação que são usadas no sexo. Este cenário hormonal poderia significar que uma maior atenção aos seios e uma maior frequência de sexo criam uma ligação destes neurónios primitivos, tal como a oxitocina libertada durante o sexo ou orgasmo.
Oxitocina nas narinas de humanos parece ter mostrado uma intensificação dos sentimentos de confiança e empatia. Embora Young não esteja a preparar uma poção de amor, afirma que poderão existir hormonas para aumentar a probabilidade das pessoas se apaixonarem. Até poderia ser útil em terapias de casal, para reforçar a relação.
Cientistas dizem ter descoberto segredo do «amor eterno»
Uma equipa de investigadores escoceses das universidades de Edimburgo e Saint Andrews diz ter descoberto o segredo das relações amorosas duradouras. A chave, garantem, é a hormona oxitocina.
O estudo indicou que o factor determinante para que as relações amorosas perdurem é a quantidade da oxitocina, hormona que é também responsável pelos laços que se criam entre uma mãe e o seu bebé.
Segundo os cientistas, as pessoas que produzem menores quantidades da hormona têm mais dificuldade em manter relações que perdurem.
A oxitocina modifica milhões de circuitos no cérebro, alterando a percepção e os interesses das pessoas.
Interessante esta questão. Ficam algumas dúvidas que, quando tiver um pouco mais de tempo, irei pesquisar…
quarta-feira, abril 15, 2009
Os nossos problemas apenas existem na nossa memória
Algo acontece. O teu telemóvel cai da mesa e espatifa-se no chão. Não volta a funcionar. Assim que este problema ocorreu, ele deixou de existir. A cena do telemóvel a cair, espatifando-se no chão, pedaços a voar e depois tu a tentares montá-lo e ligá-lo apertando por diversas vezes os seus botões, fica armazenada na tua mente. Ela não existe mais. O que farás com esta experiência é o que irá definir a tua vida daqui para frente, mesmo num episódio parvo como este do telemóvel.
Os problemas que julgamos ter, de facto, só existem na nossa memória e esquecê-los é bem mais fácil do que se pensa. Acontece que a maioria das pessoas alimentam-se destas memórias “más” fazendo com que elas as mantenham vivas e em correspondência com o mundo.
UMA TÉCNICA PARA APAGAR PROBLEMAS NA MEMÓRIA
Há situações em que alguém nos magoa e tomamos aquilo como verdade. Ouvimos aquela voz alta dentro da nossa cabeça a dizer aquele monte de coisas más sobre nós e lamentamos a todo momento termos ouvido aquilo, alimentando as nossas memórias tristes, comprometendo a nossa auto-estima e destruindo os planos futuros de conquistas.
Uma técnica para lidar com isto é muito simples e fácil de praticar:
Primeiro visualiza a cena mentalmente. A cena em que a pessoa te ofende. Imagina-a de forma nítida, com todas as cores e com todos os sons.
Agora coloca a cena num quadro emoldurado.
Começa a diminuir o tamanho desse quadro e assim, vais diminuir esse episódio, levando-o para o canto esquerdo da tua mente.
Enquanto diminuis o tamanho do quadro começa a escurecê-lo até que fique desfocado.
Distorce os teus sonhos e, sempre que possível, adiciona uma voz engraçada na boca da pessoa que te está a ofender, na tua visualização da dita cena.
Coloca-a bem pequenininha no canto esquerdo e olha para ela mais do que uma vez: as cores estão distorcidas, escurecidas e os teus sonhos engraçados!
Já está! Repete estes passos de oito a dez vezes com a mesma cena e verás que quanto mais repetires este exercício mental, menos te lembrarás da cena original das ofensas.
Este exercício pode ser feito com qualquer situação “má” que possa ter-te acontecido e marcado. De facto, às vezes somos muito incompetentes a lidar com problemas tão estúpidos como perder uma quantia irrisória de dinheiro ou não estar com o cabelo bonito para uma festa. Somos NÓS que decidimos quais são os nossos problemas. NÓS! Logo, decide não ter problemas e apenas situações reais com as quais tens que lidar.
Há alguma situação recente que tenhas vivido e que, em vez de te lamentares, tenhas decidido ser feliz e agir?
Os problemas que julgamos ter, de facto, só existem na nossa memória e esquecê-los é bem mais fácil do que se pensa. Acontece que a maioria das pessoas alimentam-se destas memórias “más” fazendo com que elas as mantenham vivas e em correspondência com o mundo.
UMA TÉCNICA PARA APAGAR PROBLEMAS NA MEMÓRIA
Há situações em que alguém nos magoa e tomamos aquilo como verdade. Ouvimos aquela voz alta dentro da nossa cabeça a dizer aquele monte de coisas más sobre nós e lamentamos a todo momento termos ouvido aquilo, alimentando as nossas memórias tristes, comprometendo a nossa auto-estima e destruindo os planos futuros de conquistas.
Uma técnica para lidar com isto é muito simples e fácil de praticar:
Primeiro visualiza a cena mentalmente. A cena em que a pessoa te ofende. Imagina-a de forma nítida, com todas as cores e com todos os sons.
Agora coloca a cena num quadro emoldurado.
Começa a diminuir o tamanho desse quadro e assim, vais diminuir esse episódio, levando-o para o canto esquerdo da tua mente.
Enquanto diminuis o tamanho do quadro começa a escurecê-lo até que fique desfocado.
Distorce os teus sonhos e, sempre que possível, adiciona uma voz engraçada na boca da pessoa que te está a ofender, na tua visualização da dita cena.
Coloca-a bem pequenininha no canto esquerdo e olha para ela mais do que uma vez: as cores estão distorcidas, escurecidas e os teus sonhos engraçados!
Já está! Repete estes passos de oito a dez vezes com a mesma cena e verás que quanto mais repetires este exercício mental, menos te lembrarás da cena original das ofensas.
Este exercício pode ser feito com qualquer situação “má” que possa ter-te acontecido e marcado. De facto, às vezes somos muito incompetentes a lidar com problemas tão estúpidos como perder uma quantia irrisória de dinheiro ou não estar com o cabelo bonito para uma festa. Somos NÓS que decidimos quais são os nossos problemas. NÓS! Logo, decide não ter problemas e apenas situações reais com as quais tens que lidar.
Há alguma situação recente que tenhas vivido e que, em vez de te lamentares, tenhas decidido ser feliz e agir?
terça-feira, abril 14, 2009
Nem só os príncipes se transformam em sapos
Não deixa de ser curioso - e até mesmo um pouco hilariante - como muitas pessoas só têm consciência dos seus defeitos nos momentos mais críticos. "Ah e tal porque eu sou isto e aquilo, só sei magoar quem gosto, e coiso e tal preciso de mudar, eu vou mudar!"
Depois a tempestade passa e de repente são assoladas por um súbito ataque de “Alzheimer”. Mais interessante do que terem este ataque, é que muitas destas pessoas vão requintando ainda mais os seus defeitos! Hum…muito bem! Não sei se chore, se ria ou se bate palmas a tamanho talento!
Ironia nas palavras? Talvez uma pitadinha dela. Não deixa de ser triste ver as pessoas evoluírem em sentido contrário e sentirem-se felizes com isso. Ainda por cima conseguem achar-se no direito de “apontar o dedo”, de julgar os outros como se fossem donas da razão absoluta. Gozam este e aquele, fazendo desse mesmo gozo o seu desporto diário. Ninguém – a não ser elas próprias e para elas próprias - está perfeito para ninguém ou está rodeado por pessoas que valham a pena. Sim, sim! Porque os amigos, conhecidos e namorados/companheiros/maridos/mulheres dos outros são sempre do pior que há…feios, chatos, mentirosos, parolos, burros… defeitos nunca faltam e às vezes até chegam a sobrar!
Se alguém está triste, infeliz, insatisfeito, é porque quer, “olha que esta? Que ande para a frente, tem que se esforçar!” Pois é meus caros, para estas pessoas não existem diferenças nos mecanismos de defesa de cada um, toda a gente é igual, toda a gente tem as mesmas experiências de vida, as mesmas capacidades, as mesmas forças e vontades!... Nem sei porque é que existem Psicólogos e Psiquiatras no mundo, ou como é que os hospitais psiquiátricos estão cheios e a depressão é uma das doenças do século XXI. Clichés da sociedade, só pode ser isso! Mas quando são estas pessoas a estar mal…"ai Jesus, que eu vou morrer”! Pois é… pois é…é o tal do Alzheimer…
Esquecem-se das traições que cometem. Esquecem-se das mentiras que utilizam para se safarem de situações menos convenientes. Esquecem-se de quem esteve lá quando foi preciso estar. De quem fez a tal companhia que necessitavam. De quem deu o ombro, o ouvido, o corpo inteiro se fosse preciso. Esquecem-se dos erros que repetem quando supostamente os queriam corrigir. Esquecem-se das palavras que pronunciam injustamente e tornam a pronunciar mesmo depois de terem reconhecido a injustiça. Esquecem-se dos actos de boa fé dos amigos. Dos familiares. Do namorado. De seja quem for. Mesmo quando não eram merecidos... Esquecem-se de que a perfeição não existe e que muito menos elas são perfeitas. Esquecem-se de que errar é humano e de que na vida - e não é por uma questão católica que o digo - “Deus escreve direito por linhas tortas”.
Depois a tempestade passa e de repente são assoladas por um súbito ataque de “Alzheimer”. Mais interessante do que terem este ataque, é que muitas destas pessoas vão requintando ainda mais os seus defeitos! Hum…muito bem! Não sei se chore, se ria ou se bate palmas a tamanho talento!
Ironia nas palavras? Talvez uma pitadinha dela. Não deixa de ser triste ver as pessoas evoluírem em sentido contrário e sentirem-se felizes com isso. Ainda por cima conseguem achar-se no direito de “apontar o dedo”, de julgar os outros como se fossem donas da razão absoluta. Gozam este e aquele, fazendo desse mesmo gozo o seu desporto diário. Ninguém – a não ser elas próprias e para elas próprias - está perfeito para ninguém ou está rodeado por pessoas que valham a pena. Sim, sim! Porque os amigos, conhecidos e namorados/companheiros/maridos/mulheres dos outros são sempre do pior que há…feios, chatos, mentirosos, parolos, burros… defeitos nunca faltam e às vezes até chegam a sobrar!
Se alguém está triste, infeliz, insatisfeito, é porque quer, “olha que esta? Que ande para a frente, tem que se esforçar!” Pois é meus caros, para estas pessoas não existem diferenças nos mecanismos de defesa de cada um, toda a gente é igual, toda a gente tem as mesmas experiências de vida, as mesmas capacidades, as mesmas forças e vontades!... Nem sei porque é que existem Psicólogos e Psiquiatras no mundo, ou como é que os hospitais psiquiátricos estão cheios e a depressão é uma das doenças do século XXI. Clichés da sociedade, só pode ser isso! Mas quando são estas pessoas a estar mal…"ai Jesus, que eu vou morrer”! Pois é… pois é…é o tal do Alzheimer…
Esquecem-se das traições que cometem. Esquecem-se das mentiras que utilizam para se safarem de situações menos convenientes. Esquecem-se de quem esteve lá quando foi preciso estar. De quem fez a tal companhia que necessitavam. De quem deu o ombro, o ouvido, o corpo inteiro se fosse preciso. Esquecem-se dos erros que repetem quando supostamente os queriam corrigir. Esquecem-se das palavras que pronunciam injustamente e tornam a pronunciar mesmo depois de terem reconhecido a injustiça. Esquecem-se dos actos de boa fé dos amigos. Dos familiares. Do namorado. De seja quem for. Mesmo quando não eram merecidos... Esquecem-se de que a perfeição não existe e que muito menos elas são perfeitas. Esquecem-se de que errar é humano e de que na vida - e não é por uma questão católica que o digo - “Deus escreve direito por linhas tortas”.
Não estou a desejar o mal de ninguém. Nunca o fiz, não o faço nem nunca o farei. Simplesmente chegou a altura de fechar a minha porta a pessoas assim. Não preciso delas. Nem tão pouco o mundo precisa.
Há males que vêm por bem e, de facto, há determinadas fases da nossa vida que servem para também abrirmos os olhos. Para deixarmos de ser ingénuos. Para deixarmos de chorar e sofrer por aqueles que nos viram as costas e que, se for preciso, a seguir ainda nos empurram sem pensarem sequer duas vezes. Quando, no final de contas, a única coisa que precisávamos era de um amigo…de um amigo que nos ouvisse mesmo que no silêncio...
segunda-feira, abril 13, 2009
sábado, abril 11, 2009
Se eu pudesse...
Sinto-me corroída pelo tempo. Pela vida. Por aqueles que me rodeiam.
Tenho a sensação de que o meu coração está amarrado por cordas - daquelas com espinhos - de tal forma apertadas que quase sufoco.
O que pediria a uma fada madrinha se ela existisse? Para morrer e nascer de novo. Queria recomeçar tudo. Tudo mesmo... Mas sabendo o que sei hoje.
Acredito que nada acontece por acaso. Que há sempre um sentido, uma razão de ser. Mas a cada dia que passa, olho para trás e não vejo nada a não ser tempo desperdiçado como se fosse uma espécie de chiclete que - como diz a música - mastiga-se, deita-se fora...e a seguir mete-se outra e o mecanismo torna a ser o mesmo. Só que, na verdade, o tempo é tão raro!...
Não entendo nada nem ninguém. Não sinto que este seja o meu mundo. Ou se calhar eu não serei o que o mundo espera das pessoas.
Se eu pudesse...se eu pudesse ganhava asas e voava...para longe do mundo. Para longe das coisas. Para longe de ti. Para longe dele. Para longe dela. Essencialmente, para longe de mim...
Tenho a sensação de que o meu coração está amarrado por cordas - daquelas com espinhos - de tal forma apertadas que quase sufoco.
O que pediria a uma fada madrinha se ela existisse? Para morrer e nascer de novo. Queria recomeçar tudo. Tudo mesmo... Mas sabendo o que sei hoje.
Acredito que nada acontece por acaso. Que há sempre um sentido, uma razão de ser. Mas a cada dia que passa, olho para trás e não vejo nada a não ser tempo desperdiçado como se fosse uma espécie de chiclete que - como diz a música - mastiga-se, deita-se fora...e a seguir mete-se outra e o mecanismo torna a ser o mesmo. Só que, na verdade, o tempo é tão raro!...
Não entendo nada nem ninguém. Não sinto que este seja o meu mundo. Ou se calhar eu não serei o que o mundo espera das pessoas.
Se eu pudesse...se eu pudesse ganhava asas e voava...para longe do mundo. Para longe das coisas. Para longe de ti. Para longe dele. Para longe dela. Essencialmente, para longe de mim...
Para sermos insubstituíveis temos de ser diferentes
4h da manhã
- "A paixão é diferente do amor."
- "Diferente? Diferente em quê?"
- "O amor vem depois da paixão. A paixão é aquela fase inicial, da descoberta, da intensidade dos momentos, da novidade. Depois sim, se a pessoa for de encontro às nossas expectativas, vem o amor."
- "Então e depois do amor?"
- "Depois do amor...fica o amor e a amizade! É tudo um processo de solidificação. Aquela será a tua companhia para a vida. Mas a paixão também está sempre presente. Pelo menos eu nunca amei sem estar apaixonada..."
- "Não concordo muito...nunca me apaixonei sem amar também. Amo é sempre de forma diferente."
- "Pois mas isto sou eu a falar! Cada pessoa sente o amor da forma que tem de sentir. Se toda a gente pensasse e sentisse o mesmo, o amor teria uma definição universal, e não tem!"
- "Claro, claro. Estou só a tentar perceber essa tua forma de ver as coisas. Mas tu já amaste?"
- "Já tive algumas paixões mas amar só amei duas pessoas. Ou uma...a outra pessoa amo se for realmente a pessoa que eu penso que é. Pelo menos quero acreditar que sim."
- "Então também deves acreditar que não há amor como o primeiro?"
- "Não, nada disso! Aprendi que se pode amar com a mesma ou mais intensidade outra vez."
- "Fantástico. Estou a achar a tua perspectiva mesmo interessante. A forma como tu delimitas a palavra amor...!"
- "Não é isso. Simplesmente não a banalizo. Considero o amor um sentimento demasiado precioso para tal. Mas lá está...isto tudo sou apenas eu a falar. É a minha experiência, o que não quer dizer que amanhã ou depois pense de outra forma. Para já, sempre foi assim que vi o amor."
5h30 da manhã
- "Diferente? Diferente em quê?"
- "O amor vem depois da paixão. A paixão é aquela fase inicial, da descoberta, da intensidade dos momentos, da novidade. Depois sim, se a pessoa for de encontro às nossas expectativas, vem o amor."
- "Então e depois do amor?"
- "Depois do amor...fica o amor e a amizade! É tudo um processo de solidificação. Aquela será a tua companhia para a vida. Mas a paixão também está sempre presente. Pelo menos eu nunca amei sem estar apaixonada..."
- "Não concordo muito...nunca me apaixonei sem amar também. Amo é sempre de forma diferente."
- "Pois mas isto sou eu a falar! Cada pessoa sente o amor da forma que tem de sentir. Se toda a gente pensasse e sentisse o mesmo, o amor teria uma definição universal, e não tem!"
- "Claro, claro. Estou só a tentar perceber essa tua forma de ver as coisas. Mas tu já amaste?"
- "Já tive algumas paixões mas amar só amei duas pessoas. Ou uma...a outra pessoa amo se for realmente a pessoa que eu penso que é. Pelo menos quero acreditar que sim."
- "Então também deves acreditar que não há amor como o primeiro?"
- "Não, nada disso! Aprendi que se pode amar com a mesma ou mais intensidade outra vez."
- "Fantástico. Estou a achar a tua perspectiva mesmo interessante. A forma como tu delimitas a palavra amor...!"
- "Não é isso. Simplesmente não a banalizo. Considero o amor um sentimento demasiado precioso para tal. Mas lá está...isto tudo sou apenas eu a falar. É a minha experiência, o que não quer dizer que amanhã ou depois pense de outra forma. Para já, sempre foi assim que vi o amor."
5h30 da manhã
Dança inesperada no meio da rua, ao som de Paulo de Carvalho.
6h da manhã
Viu a vida a "andar para trás" quando o carro descaiu e foi contra o muro.
6h01 da manhã
O significado de amor continua o mesmo.
[Faz da tua ausência o suficiente para que eu sinta a tua falta,mas nunca a prolongues demais ao ponto de me habituar a viver sem ti]
O significado de amor continua o mesmo.
[Faz da tua ausência o suficiente para que eu sinta a tua falta,mas nunca a prolongues demais ao ponto de me habituar a viver sem ti]
sexta-feira, abril 10, 2009
LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE
LIBERTA-TE
LIBERTA-TE!
"Só lamento terem criado duas mulheres cheias de medos. Quanto ao resto, continuo sempre aqui e tu sabes que o teu lugar cá dentro é especial." [AI]
LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE LIBERTA-TE
LIBERTA-TE
LIBERTA-TE
LIBERTA-TE!
"Só lamento terem criado duas mulheres cheias de medos. Quanto ao resto, continuo sempre aqui e tu sabes que o teu lugar cá dentro é especial." [AI]
quarta-feira, abril 08, 2009
With nothing to win and nothing else to lose!
Quem aprendeu a aguardar pela chuva, sabe esperar pelo céu.
"See the stone set in your eyes
See the thorn twist in your side
I wait for you.
Sleight of hand and twist of fate
On a bed of nails she makes me wait
And I wait...without you
With or without you
With or without you
Through the storm, we reach the shore
You gave it all but I want more
And I'm waiting for you
With or without you
With or without you
I can't live with or without you
And you give yourself away
And you give yourself away
And you give, and you give
And you give yourself away
My hands are tied, my body bruised
She got me with nothing to win
And nothing else to lose
And you give yourself away
And you give yourself away
And you give, and you give
And you give yourself away
With or without you
With or without you
I can't live
With or without you
With or without you
With or without you
I can't live
With or without you
With or without you"
"See the stone set in your eyes
See the thorn twist in your side
I wait for you.
Sleight of hand and twist of fate
On a bed of nails she makes me wait
And I wait...without you
With or without you
With or without you
Through the storm, we reach the shore
You gave it all but I want more
And I'm waiting for you
With or without you
With or without you
I can't live with or without you
And you give yourself away
And you give yourself away
And you give, and you give
And you give yourself away
My hands are tied, my body bruised
She got me with nothing to win
And nothing else to lose
And you give yourself away
And you give yourself away
And you give, and you give
And you give yourself away
With or without you
With or without you
I can't live
With or without you
With or without you
With or without you
I can't live
With or without you
With or without you"
terça-feira, abril 07, 2009
Não sou nem quero ser o seu dono | É que um carinho às vezes cai bem
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Do pó tirei...o riso
Qual é o resultado de remexer no baú do nosso passado? Encontrar algumas "preciosidades" como o meu caderno de notas da Comissão de Praxe e da Associação de Estudantes do ano lectivo 2002/2003. Nele pude encontrar a secção das calinadas...confesso que já não me lembrava de ter tantas registadas, tais como:
- "Tenho uma tendência para chorar dos olhos" (pergunto-me eu, haveria de ser por onde??)
- "Essas burguesias estúpidas!" (estaria correcto se tivesse dito burocracias. Penso eu de que!)
- "1 vezes 100=1000!" (o meu talento inato para a matemática em todo o seu esplendor!)
- "Quando se cala nunca mais pára!" (até ficava nervosa!...)
- "Esse barulho até me fez doer os olhos" (sem comentários)
- "Tiravas o cartão de albergador!" (seja lá o que isso for)
- "Onde já se viu, um comboio sem pistolas!" (de facto, só numa alucinação)
- "Vou tirar os pés" (deviam-me doer pa caraças, mas ainda não é possível fazê-lo)
- "Até já ouço vibrações" (sou o verdadeiro o prodígio. Ouço aquilo que se deve sentir!)
- "Já parecia os epiléctricos" (deve ter sido do choque)
Assim passei a minha noite de sexta. A rir-me de mim própria! É sempre interessante.
- "Tenho uma tendência para chorar dos olhos" (pergunto-me eu, haveria de ser por onde??)
- "Essas burguesias estúpidas!" (estaria correcto se tivesse dito burocracias. Penso eu de que!)
- "1 vezes 100=1000!" (o meu talento inato para a matemática em todo o seu esplendor!)
- "Quando se cala nunca mais pára!" (até ficava nervosa!...)
- "Esse barulho até me fez doer os olhos" (sem comentários)
- "Tiravas o cartão de albergador!" (seja lá o que isso for)
- "Onde já se viu, um comboio sem pistolas!" (de facto, só numa alucinação)
- "Vou tirar os pés" (deviam-me doer pa caraças, mas ainda não é possível fazê-lo)
- "Até já ouço vibrações" (sou o verdadeiro o prodígio. Ouço aquilo que se deve sentir!)
- "Já parecia os epiléctricos" (deve ter sido do choque)
Assim passei a minha noite de sexta. A rir-me de mim própria! É sempre interessante.
sexta-feira, abril 03, 2009
É sempre a escolha certa!...[do I have to save your soul?]
I choose to hide, but I look for you all the time
I choose to run, but I'm begging for you to come
I wanna breake, but I know that you can't take
I stay a while, to be sure that you by my side
Ohhh
Don't look at me, just look inside 'cause I can go through
Tell me are you going tired, of what I've don't do
I wanna see I wanna fight, 'cause I don't feel scared
Honey if you care
I choose to find, things that you left behind
I choose to stay, but I can take you anywhere
I wanna stay, but my soul lives you anyway
Can close the door, and love could you give me more
Don't look at me, just look inside 'cause I can go trough
Tell me are you going tired, of what I've don't do
I wanna see I wanna fight, 'cause I don't feel scared
Honey if you care
Choose love, choose love, love, choose love, chose love, oh
Don't wanna hear I wanna fight, 'cause this time I won't be wrong
And I can waste this precious time, asking where do I belong
So let me know your love is real, 'cause this time you won't control
Tell me please what do you feel, do I have to save your soul
Choose love, choose love, love, choose love, choose love
I choose to run, but I'm begging for you to come
I wanna breake, but I know that you can't take
I stay a while, to be sure that you by my side
Ohhh
Don't look at me, just look inside 'cause I can go through
Tell me are you going tired, of what I've don't do
I wanna see I wanna fight, 'cause I don't feel scared
Honey if you care
I choose to find, things that you left behind
I choose to stay, but I can take you anywhere
I wanna stay, but my soul lives you anyway
Can close the door, and love could you give me more
Don't look at me, just look inside 'cause I can go trough
Tell me are you going tired, of what I've don't do
I wanna see I wanna fight, 'cause I don't feel scared
Honey if you care
Choose love, choose love, love, choose love, chose love, oh
Don't wanna hear I wanna fight, 'cause this time I won't be wrong
And I can waste this precious time, asking where do I belong
So let me know your love is real, 'cause this time you won't control
Tell me please what do you feel, do I have to save your soul
Choose love, choose love, love, choose love, choose love
Cartas de um Amor desfeito pelo Ego
Após mais uma tentativa de recuperar o que há muito se tinha perdido.
Porto, Dezembro de 2008
"Não tenho forma de esconder o que te vou dizer.
Fizeste de mim o homem que sou hoje. Tem tudo a ver com as alegrias e as tristezas. Foste minha namorada, foste minha amiga... serás sempre a minha mulher.
Eu estou uma pessoa diferente e sofro por ter conseguido ser o Homem que merecias ter tido sempre.
Hoje tratei-me muito mal. Hoje mostrei-te um eu sensivel, um eu que sempre foi sentimentalista, mas que teve vergonha de o mostrar!
Hoje disse-te que és a mulher da minha vida. Hoje disse que te amo e disse que sei como te mostrar isso!
Um beijo"
Ela não lhe deu resposta. Tinha sido tudo dito naquela e noutras tantas conversas passadas. Para quê tornar a explicar e voltar a folhear as páginas de um livro que já tinha chegado ao fim?
Porto, Janeiro de 2009
"Leonor,
Sim, vou começar por te chamar Leonor, porque foi assim que te conheci. Claro que com aquele estilo tímido, tinhas um ar quase angelical.
Não sei se ainda andas com uma carteirinha de fósforos na tua carteira, mas lembro-me perfeitamente do que lá está escrito. Dessa altura, lembro-me do nosso primeiro beijo, no dia em que o carro da minha mãe quase ficou submerso pela chuva.
Neste momento parece que desperdicei anos da minha vida, não desperdicei no mau sentido, o que quero dizer é que não tirei proveito da Mulher fantástica que és. Faço um flashback de todos os momentos em que sorriste para mim, das tuas gargalhadas, do amor que sempre provaste que me querias dar... e sofro.
"Não tenho forma de esconder o que te vou dizer.
Fizeste de mim o homem que sou hoje. Tem tudo a ver com as alegrias e as tristezas. Foste minha namorada, foste minha amiga... serás sempre a minha mulher.
Eu estou uma pessoa diferente e sofro por ter conseguido ser o Homem que merecias ter tido sempre.
Hoje tratei-me muito mal. Hoje mostrei-te um eu sensivel, um eu que sempre foi sentimentalista, mas que teve vergonha de o mostrar!
Hoje disse-te que és a mulher da minha vida. Hoje disse que te amo e disse que sei como te mostrar isso!
Um beijo"
Ela não lhe deu resposta. Tinha sido tudo dito naquela e noutras tantas conversas passadas. Para quê tornar a explicar e voltar a folhear as páginas de um livro que já tinha chegado ao fim?
Porto, Janeiro de 2009
"Leonor,
Sim, vou começar por te chamar Leonor, porque foi assim que te conheci. Claro que com aquele estilo tímido, tinhas um ar quase angelical.
Não sei se ainda andas com uma carteirinha de fósforos na tua carteira, mas lembro-me perfeitamente do que lá está escrito. Dessa altura, lembro-me do nosso primeiro beijo, no dia em que o carro da minha mãe quase ficou submerso pela chuva.
Neste momento parece que desperdicei anos da minha vida, não desperdicei no mau sentido, o que quero dizer é que não tirei proveito da Mulher fantástica que és. Faço um flashback de todos os momentos em que sorriste para mim, das tuas gargalhadas, do amor que sempre provaste que me querias dar... e sofro.
Estou a tentar ser honesto, mas principalmente, sei que estou a ser honesto comigo próprio. Ontem senti-me muito sozinho... sozinho neste mundo. Quero continuar a amar-te como sempre amei, mas como nunca mostrei.
Tenho uma mensagem no meu telemóvel para te mostrar, que não enviei por não conseguir (odeio telemóveis)... Então ontem - dia 31 de Dezembro, às 23h34 - escrevi-te o seguinte: «O que mais me arrependo foi não dizer que te amo a cada minuto da minha vida... Sofro muito por não estar contigo. Sofro muito mais por não ter tido a coragem de ser eu mesmo. Hoje sou infeliz, mas consigo ser sincero com aquilo que penso e sinto. Amo-te muito... Ainda vai haver um Setembro na nossa vida»
Um beijo"
Desta vez, ele obteve um feedback. Igual a tantos outros.
"Olá...
É raro vir à internet quando estou em casa. Por acaso hoje tive de tratar de umas transferências e pagamentos...calhou...
Não sei bem o que te escrever. Até estranho dizer isto porque escrever nunca foi um grande dilema para mim, mas neste caso confesso que já me falham as palavras.
Já lá vão uns meses desde que terminamos. Já muitas coisas foram ditas, umas melhores do que outras, mas penso que faz sempre parte destas situações, especialmente quando se trata de uma relação tão longa e com tanta coisa partilhada como foi a nossa.
Eu não vou mudar nenhuma palavra daquelas que te tenho vindo a dizer. Quero que ergas a cabeça e sigas em frente. Quero que encontres a mulher da tua vida e te dediques a esse amor, como nunca te dedicaste ao nosso. Terás a tua oportunidade de mudar! De dares a essa pessoa o que não me conseguiste dar...de lhe dares aquilo que agora dizes estares arrependido de não me teres dado...pelo menos ficarei feliz por teres aprendido alguma coisa comigo. Por talvez já não teres vergonha da palavra Amor. Por talvez já não precisares de mais do que uma mulher para seres feliz. Por talvez quereres partilhar tudo com a pessoa que escolheres teres ao teu lado para o resto da tua vida. Espero mesmo que sim!
Não lutes mais por mim. Não esperes mais por mim. Não tenhas mais esperança. Eu não vou voltar... A nossa relação enquanto casal degradou-se a um ponto que torna impossível um retorno. Já nos insultamos, já nos agredimos... Temos um passado muito feio que eu quero apagar. Aos poucos estou a conseguir fazê-lo. Aos poucos estou a conseguir filtrar apenas as coisas boas que vivi contigo. Mas as marcas ficarão sempre! Quero que dês continuidade à tua vida por tudo isto mas sobretudo porque já não te amo... já não vejo em ti o homem por quem me apaixonei. Já não vejo em ti o homem da minha vida. Já não vejo em ti o pai dos meus filhos. Já não nos imagino velhinhos a mandar vir um com o outro...já não te vejo no meu presente, já não te vejo no meu futuro. Pelo menos enquanto namorado ou marido.
Dizes sempre que me amas e que sou a mulher da tua vida. Que te arrependes. Que sofres. Que mudaste. Sinceramente não sei se acredito. Sinceramente também não penso muito nisso.
Não sei se algum dia vou amar alguém como te amei a ti. Não sei se algum dia me vou conseguir dedicar tanto a alguém como me dediquei a ti. Já não sou tão tolerante nem tão paciente, não sei se felizmente ou infelizmente. Também me vão dizendo que sou "traumatizada", o que em certa parte é verdade. Não consigo confiar muito nos homens. Quem sabe um dia...tudo vai depender do rumo das coisas.
Tudo isto apenas para te dizer que tenho muito carinho por ti. A raiva já atenuou e já consigo olhar para ti sem me lembrar constantemente de tudo aquilo que sofri... Quero que sejamos amigos mas não quero que esperes mais do que isso. Nem quero que isto seja tema de conversa sempre que estivermos juntos. Temos de saber deixar estar no passado aquilo que a ele pertence.
Desejo que em 2009 consigas concretizar os teus principais objectivos. Desejo-te mesmo tudo de bom. Ano novo, vida nova!
(Curiosamente ainda tenho a carteira de fósforos comigo. Não sei porquê, talvez porque no fundo não guarde rancor e sim o que é bom de guadar. E Setembros haverão muitos - espero - nas nossas vidas, mas não no sentido em que o levas quando o mencionas. Hei de querer casar nesse mês mas não sei em que ano nem com quem, nem tão pouco se casarei. O futuro não me pertence, apenas ajudo na sua construção)
Beijinho"
Hoje ela sabe que continua a ter a capacidade de amar, como sempre teve. Talvez existam algumas "feridas" por sarar, como a falta de confiança nos homens, o que é natural. Há marcas difíceis de apagar. Um dia alguém a ajudará a acreditar que os homens também amam. Também se entregam. Também são sinceros com quem amam mas, sobretudo, com eles próprios.
Hoje ele provavelmente sabe que, numa próxima vez, muita coisa terá de ser diferente com a mulher que tiver do seu lado. Sabe dar valor aos gestos. Aos sacrifícios. Aos sonhos. Mas certeza, certeza, ninguém tem. Nem ela. Nem talvez ele próprio.
O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.
terça-feira, março 31, 2009
Pedro e Inês | Romeu e Julieta | Dalila e Sansão | As vicissitudes do Amor
Ontem foi notícia no telejornal da noite e fiquei deveras espantada...ou impressionada...não sei bem descrever o que a atitude e o comportamento deste homem me causou.
Interesse? Curiosidade? Sem dúvida.
No fundo, talvez me toque o coração...no fundo, se eu fosse a tal "Inês" que este "Pedro" procura, provavelmente teria vergonha de tamanha exposição da minha pessoa...pensando ou temendo na também quiçá loucura implícita neste já desespero.
Mas... pensando bem... não será realmente o amor a maior loucura da humanidade?
"É uma história de amor platónico. É um Pedro enamorado por Inês. É um fado que os fez desencontrar. Pedro procura Inês.
Pelas ruas de Lisboa Pedro afixou cartazes de amor na esperança de voltar a encontrar a amada. Todos os dias escreve no Blogue e aguarda um contacto da mulher que lhe enche o coração.
Rui Faustino, nome verdadeiro, conheceu Inês há 10 anos. Há três perdeu-lhe o rasto. Ela mudou de telefone, morada e trabalho. Há poucos meses, a chama do amor reacendeu-se depois de os olhares se terem de novo cruzado. Ela ia já no autocarro, ele correu atrás «desalmado» durante quatro paragens.
De Santa Apolónia, Lisboa, Pedro relembra a última vez que avistou Inês. Pedro «sente» que Inês lê as mensagens que lhe deixa no blogue e os encontros que marca nos miradouros de Lisboa, em lugares românticos para abraçar o seu amor. Pedro espera sempre. Inês nunca aparece.
Pedro e Inês conheceram-se em Tomar durante a Feira Medieval. Pedro leu o Tarot e o destino de Inês. Mas Inês era amiga dos tempos de liceu de Constança, a mulher com quem Pedro casou. Este «cavaleiro» dos tempos modernos afiança que Inês é a mulher por quem se divorciou e garante que nunca lhe foi infiel.
Certo é que a vida lhes trocou as voltas. Pedro perdeu o rasto de Inês. De Inês nada mais se sabe."
Interesse? Curiosidade? Sem dúvida.
No fundo, talvez me toque o coração...no fundo, se eu fosse a tal "Inês" que este "Pedro" procura, provavelmente teria vergonha de tamanha exposição da minha pessoa...pensando ou temendo na também quiçá loucura implícita neste já desespero.
Mas... pensando bem... não será realmente o amor a maior loucura da humanidade?
"É uma história de amor platónico. É um Pedro enamorado por Inês. É um fado que os fez desencontrar. Pedro procura Inês.
Pelas ruas de Lisboa Pedro afixou cartazes de amor na esperança de voltar a encontrar a amada. Todos os dias escreve no Blogue e aguarda um contacto da mulher que lhe enche o coração.
Rui Faustino, nome verdadeiro, conheceu Inês há 10 anos. Há três perdeu-lhe o rasto. Ela mudou de telefone, morada e trabalho. Há poucos meses, a chama do amor reacendeu-se depois de os olhares se terem de novo cruzado. Ela ia já no autocarro, ele correu atrás «desalmado» durante quatro paragens.
De Santa Apolónia, Lisboa, Pedro relembra a última vez que avistou Inês. Pedro «sente» que Inês lê as mensagens que lhe deixa no blogue e os encontros que marca nos miradouros de Lisboa, em lugares românticos para abraçar o seu amor. Pedro espera sempre. Inês nunca aparece.
Pedro e Inês conheceram-se em Tomar durante a Feira Medieval. Pedro leu o Tarot e o destino de Inês. Mas Inês era amiga dos tempos de liceu de Constança, a mulher com quem Pedro casou. Este «cavaleiro» dos tempos modernos afiança que Inês é a mulher por quem se divorciou e garante que nunca lhe foi infiel.
Certo é que a vida lhes trocou as voltas. Pedro perdeu o rasto de Inês. De Inês nada mais se sabe."
In diario.iol.pt
A nossa cegueira das coisas simples
Só se tem tempo quando se precisa daquilo que se adia...
Só se dá valor quando se perde...
Só se dá valor quando se perde...
Só se lembra quando convém...
Só...só...só... a maioria das pessoas SÓ funciona com o sistema causa-efeito-consequência.
Um gesto. Um carinho. Uma palavra.
Uma carícia na face. Um abraço sentido. Um beijo na testa.
Levar o documento urgente ao correio. Carregar metade das compras que pesam nos braços. Emprestar o casaco porque está frio. Dar a mão para não se perder. Partilhar a única bolacha quando a fome é mútua.
Passar o creme nas costas. Dar o ombro para chorar. Dar o colo para acolher. Fazer um cafuné na cabeça.
Um telefonema que signifique "estou aqui". Uma mensagem simples em palavras mas rica em conteúdo...
E tantas outras pequenas grandes atitudes.
A intimidade é feita de pequenos gestos.
Só...só...só... a maioria das pessoas SÓ funciona com o sistema causa-efeito-consequência.
Um gesto. Um carinho. Uma palavra.
Uma carícia na face. Um abraço sentido. Um beijo na testa.
Levar o documento urgente ao correio. Carregar metade das compras que pesam nos braços. Emprestar o casaco porque está frio. Dar a mão para não se perder. Partilhar a única bolacha quando a fome é mútua.
Passar o creme nas costas. Dar o ombro para chorar. Dar o colo para acolher. Fazer um cafuné na cabeça.
Um telefonema que signifique "estou aqui". Uma mensagem simples em palavras mas rica em conteúdo...
E tantas outras pequenas grandes atitudes.
A intimidade é feita de pequenos gestos.
domingo, março 29, 2009
28 dias
Depois de uma semana cansativa, fisica e psicologicamente, por inúmeros e diversos motivos, o meu corpo e a minha alma pediram-me que os deixasse repousar. E, atendendo a tal pedido irrecusável, assim o fiz. Silêncio. Escuro. Fechei os olhos e apaguei.
No dia a seguir acordei um pouco melhor ou, pelo menos, decidida a não fazer da minha vida um espectáculo da qual sou espectadora, mas sim a actriz principal. Já dizia o Charlie Chaplin, com toda a razão.
Não foi um sábado muito quente mas não fosse o vento e poderia estar perfeito. Um pequeno-almoço como ditam as regras. Um banho rejuvenescedor. Uma roupa prática e confortável. Uma recolha de "material" para deitar para trás das costas. Pé no acelador até ao Douro. Um destino para o qual me dirigi sem pensar, como se tivesse uma espécie de sistema de piloto automático.
Muitos carros mas um lugar à minha espera no local mais que perfeito. O sol a brilhar. Alguns casais a passear de mãos dadas; a fotografarem os momentos. Homens a pescar enquanto iam dando uns tragos na cerveja que os acompanhava. Alguns idosos à deriva, talvez a pensar noutros tempos ou a aproveitar o ar que ainda respiram. Algumas pessoas no seu jogging ou na sua bicicleta, a queimar as calorias e as toxinas da semana ou a prepararem o corpo para o Verão que se avizinha.
Um pouco mais ao fundo umas pedras. O sítio ideal para me sentar junto ao rio, a sentir aquela aragem fresca e o prazer de poder estar a apreciar tudo o que me estava a rodear. Uma última vista para a margem. Um último suspiro. Uma última leitura das palavras que rasguei em pedaços. Uma por uma. Um último adeus. Sem olhar para trás.
Por hoje ainda permito que esta lágrima perdida se liberte... Ficou esquecida.
Os dias tornaram-se agora mais longos e o sol está finalmente a meu favor, para ter mais energia. Chegou o momento. Não é uma derrota. É apenas mais uma conquista.
Não serei um slogan quando posso ser poesia. Mudarei...e a vida mudará comigo!...
No dia a seguir acordei um pouco melhor ou, pelo menos, decidida a não fazer da minha vida um espectáculo da qual sou espectadora, mas sim a actriz principal. Já dizia o Charlie Chaplin, com toda a razão.
Não foi um sábado muito quente mas não fosse o vento e poderia estar perfeito. Um pequeno-almoço como ditam as regras. Um banho rejuvenescedor. Uma roupa prática e confortável. Uma recolha de "material" para deitar para trás das costas. Pé no acelador até ao Douro. Um destino para o qual me dirigi sem pensar, como se tivesse uma espécie de sistema de piloto automático.
Muitos carros mas um lugar à minha espera no local mais que perfeito. O sol a brilhar. Alguns casais a passear de mãos dadas; a fotografarem os momentos. Homens a pescar enquanto iam dando uns tragos na cerveja que os acompanhava. Alguns idosos à deriva, talvez a pensar noutros tempos ou a aproveitar o ar que ainda respiram. Algumas pessoas no seu jogging ou na sua bicicleta, a queimar as calorias e as toxinas da semana ou a prepararem o corpo para o Verão que se avizinha.
Um pouco mais ao fundo umas pedras. O sítio ideal para me sentar junto ao rio, a sentir aquela aragem fresca e o prazer de poder estar a apreciar tudo o que me estava a rodear. Uma última vista para a margem. Um último suspiro. Uma última leitura das palavras que rasguei em pedaços. Uma por uma. Um último adeus. Sem olhar para trás.
Por hoje ainda permito que esta lágrima perdida se liberte... Ficou esquecida.
Os dias tornaram-se agora mais longos e o sol está finalmente a meu favor, para ter mais energia. Chegou o momento. Não é uma derrota. É apenas mais uma conquista.
Não serei um slogan quando posso ser poesia. Mudarei...e a vida mudará comigo!...
sexta-feira, março 27, 2009
Quem não arrisca...
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional."
Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, março 24, 2009
Ao andar faz-se o caminho...
"Caminhante, são teus rastos
o caminho, e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.
Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há-de voltar a pisar.
Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar."
António Machado
o caminho, e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.
Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há-de voltar a pisar.
Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar."
António Machado
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